Jovem com síndrome de Down supera rejeição e lança negócio próprio de cookies caseiros

Por Redação Virgula
26/12/2016

Ela começou o próprio negócio depois de enfrentar inúmeras rejeições no mercado de trabalho

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Collette Divitto, uma jovem confeiteira com síndrome de Down de Boston, nos Estados Unidos, sempre gostou de preparar as próprias refeições. Durante o ensino médio, a garota teve a oportunidade de estudar culinária de verdade, no lugar de disciplinas comuns como matemática, física e química.

A decisão sempre fora apoiada pela mãe de Collette, que acreditava que a filha precisava conquistar a própria independência, além de aprender noções de empreendedorismo para disputar uma vaga no mercado de trabalho.

“Minha educação sempre foi baseada em aulas e disciplinas individuais, mas minha mãe queria que eu tivesse mais contato com a comunidade. Então, desde cedo comecei a trabalhar na loja da escola, além de ajudar as garotas do time de basquete. Ah, eu também era líder de torcida nessa época”, lembra Collette. A independência estava cada vez mais próxima.

Cookies da Collette <3

Depois de se formar no colégio e na faculdade, na Carolina do Sul, Collette decidiu tentar a sorte em Boston, enviando currículos e se candidatando em vagas relacionadas a gastronomia e culinária. “No começo, as pessoas me ofereciam trabalhos voluntários. Eu aceitava para provar a minha capacidade, mas era rejeitada quando pedia por um emprego de verdade, com salário e direitos”, conta.

Depois de tantas negativas, a jovem soube que era o momento de ao menos tentar realizar um sonho antigo: lançar o próprio negócio de cookies e confeitaria. Collette pediu ajuda à mãe e entrou para o ramo cuidando de tudo por conta própria, das receitas ao envio das encomendas para os clientes. Ela começou com 100 biscoitos, mas hoje já tem mais de 11 mil pedidos e clientes fiéis que reconhecem seu talento e amor pelas receitas de cookies.

Collette já tem mais de 11 mil pedidos e clientes fiéis

O próximo passo é investir no crescimento da marca e contratar uma equipe para ajudá-la na produção, com vagas destinadas a pessoas com algum tipo de deficiência. “Vamos começar a produção em massa na próxima semana. Tem sido maravilhoso!”. Collette nos fazendo acreditar que 2016 também teve muita coisa boa, né? <3

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